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7 de nov de 2012

Tarde quente de sábado


Lindo sábado de sol. Acordei desmotivada e sem ânimo para nada. Antonio, meu marido, está num Congresso em Salvador. Não pude acompanhá-lo. Aniversário de minha  irmã no domingo. Prometi ajudá-la no almoço.  Quem mandou  prometer ? Agora  fico sábado em casa.
 
Depois do café,  pensei  no que poderia  fazer durante o  resto  da manhã. Abri as portas do armário do quarto  e olhei  durante alguns segundos : “ Quem sabe separar as roupas sem uso ?”  O toque do telefone me fez desistir da operação arrumação . Era Vânia. Minha melhor amiga, chamando-me para um banho de piscina na casa de Helena,  prima do marido . Estava com preguiça.  Ela insistiu e acabou me convencendo.

Por volta do  meio-dia  passou para me pegar na portaria do prédio, acompanhada de  Armando. No caminho, como sempre, os dois começaram uma discussão.  “ cenas de um casamento ?” – pensei. “  Senti um  certo alívio por Antonio ter viajado.

Quando chegamos a casa, fiquei  impressionada . Grande e acolhedora,  com uma enorme piscina e um  jardim bem cuidado, com uma linda roseira enfeitando-o .  Fomos  recebidas por  Helena, dona da casa . Simpática,  nos apontou um vestuário na área da piscina. Assim que fiquei pronta, Helena me chamou para ficar ao lado dela  na  espreguiçadeira  .  Logo Armando e Vânia se juntaram a nós. A conversa estava animada quando chegou o filho da  nossa  anfitriã , acompanhado da namorada. “ Que pedaço de mau caminho”  - pensei.

Adoro  rapazes mais jovens. Quando transo com Antonio , fantasio que estou  na cama com os rapazes  da academia, onde faço musculação. Aquele era um belo rapaz.  Orgulhosa da beleza do filho,  Helena  nos apresentou.

Evaldo, era o nome dele . Professor de educação física , Um metro e oitenta. Moreno. Cabelos pretos.  Olhos esverdeados. Vinte e três anos. Pele bronzeada. Braços, bíceps e  tórax  torneados.  A namorada , Priscila, moça sem graça, sentou-se  ao lado de Helena.  Cheia de  inveja ,  pensei : “ Além de sem graça, é uma puxa saco. “ Peguei um canapé e antes de colocá-lo na boca,  percebi  o olhar de Evaldo deslizando em meu corpo  . “ Será mesmo, ou é impressão minha ?’”
Observei. Não, não era impressão. Ele não tirava os olhos das minhas pernas. Trinta e oito anos. Sempre tive pernas bonitas. Evaldo  passou a língua pelos lábios e me mandou um sorriso sacana.  Corajoso o moço. Na frente da namorada. Correspondi. Ficamos flertando sem que ninguém percebesse. Aquele jogo começou a me excitar.
Fiquei mais excitada ainda quando ele passou perto de mim e esfregou a perna musculosa e viril , na minha . Cheguei a prender a respiração. “ Ora, ora, o garoto não está para brincadeira”. Sentado ao lado da namorada, alisava as pernas dela e olhava pra mim. Fiquei com vontade de pular em cima dele e enchê-lo de beijos . Na verdade, seria uma delícia brincar com os dois. Imagina....eu e ele nos acariciando e a namoradinha , excitada, presenciando ? Adoro platéia. Embora nunca tenha experiamentado.
 Eu estava pensativa quando Vânia me  desconcentrou :
- Morreu ? Responde a minha  pergunta.
- Desculpe. Estava longe. Fala.
- Você  vai  no casamento da Marisa ?
- Devo ir. Depende do Antonio.
Voltei  a olhar para o filho de Helena . Ele conversava  com a mãe e Priscila. Eu estava excitada demais para deixar o  jogo terminar sem um festinha íntima . Aproximei-me  dele, e  ousei  :
- Posso  ver a medalha no seu  pescoço ? Parecida com a do  meu marido .
- Claro. Pode pegar.
Quando me abaixei para pegar na medalha, senti o perfume de Evaldo . Fiquei ainda mais excitada. Eu o queria para mim e  estava disposta  a consegui-lo. Ali, na frente de todo mundo. Adorava correr perigo. Jogo de sedução. Fingindo descuido, deixei minha mão escorregar pelo peitoral  forte e  raspado dele. Olhei para a namorada. Ela não gostou. . Eu adorava ceninhas de ciúme. O ciúme dela só fez aumentar o meu desejo .  Lancei-lhe um olhar desafiador.  A disputa me deu mais tesão.  Para provocá-la, cheirei o pescoço dele:
- Delícia.  Perfume igual  ao do meu marido.
A garota se aproximou do namorado.  Saí de perto, mas antes passei por ela, e sorri maliciosamente. Ficou acuada. Eu queria os dois. Seria loucura. Mas eu queria. Tinha que arranjar uma maneira de ficar sozinha com eles.
Três da tarde, Helena  nos chamou para almoçar . Depois do almoço, pedi licença e disse que iria ao vestiário na área da piscina pegar minha bolsa. Encarei  Evaldo  e o chamei com os olhos para me acompanhar. Não  demorou muito, eu estava no vestiário, quando ele apareceu. Senti a porta se abrindo e um bafo  quente no meu pescoço :
- Queria falar comigo ?
- Não é bem falar. Queria.....
Virando- me para ele , ia dizer mais alguma coisa, mas Evaldo não me  deixou completar a frase.  Com uma respiração rápida e curta,  me jogou de encontro a parede e me beijou.
- Sabia que eu fiquei  louco assim que te vi ?
Sorri e pedi que continuasse me beijando. Ele esfregava excitado o corpo dele no meu. Baixou a sunga. Peguei  o pênis dele e  esfreguei   nas minhas coxas , enquanto pressionava meus seios no peito dele.
Eu estava de frente para a porta. Ela  estava entreaberta. Uma pequena fresta.  Dois olhos nos vigiavam. Era ela, a namorada de Evaldo nos observando.  Vê-la ali, em silêncio, me deixou mais excitada .
Enlouqueci, quando  ele pegou meu biquíni, colocou de lado com as mãos e me penetrou. Fazia força e me levava para o alto. Eu gemia de prazer. Ofegante, passei a  lamber- lhe a orelha. Queria arranhá-lo todo. Eu fazia força contra o corpo dele. Naquele instante queríamos entrar um por dentro do outro.  Vi quando a  namoradinha dele, encostou a porta e saiu  . Nervosa, talvez, deixou alguma coisa cair. Assustado, ele me perguntou :
- Quem é ? Você viu alguém ?
- Nada. Continua – implorei com a voz rouca.
Então Evaldo  me penetrou novamente e gozou igual a um lobo faminto.
-  Você é um furacão.
- Que nada, você que é.
- Loucura a nossa, hein ?
- Vamos voltar ? Devem estar nos procurando  – Eu disse sorrindo , ajeitando meus cabelos e meu biquíni.
Quando voltei  para sala , ele estava  ao lado da namorada. Sentei-me em frente a eles e fiquei observando a jovem. Meu objetivo agora, era ir pra cama com os dois. Ia conseguir.  Finalmente realizaria minha fantasia. Um dia. Questão de tempo.
Helena nos serviu a sobremesa : um delicioso mousse de maracujá.  Comi lambendo os lábios.

8 comentários:

Mara Narciso disse...

Lendo, parece fácil, mas acaba que não é. Muitos travamentos sociais acontecem e no melhor das festa a coisa pode ser interrompida. Uma narrativa e tanto, num crescendo que tira o fôlego. Muito difícil contar tanto em tão pouco tempo, e manter a assistência vidrada. Bom demais!

Игорь disse...

Tem talento moça...

muito bom :)

O Sussurrar do Corpo disse...

um sussurro

Anônimo disse...

Gozei lendo , muito bom minha bucetinha ficou melecada por um conto .

Anônimo disse...

Muito bom,bastante exicitante .

Anônimo disse...

Nossa gozei muito deliciosa essa história

Anônimo disse...

Pois é ne

Anônimo disse...

Ai nossa que historia excitante,me mandem mensagem sou carente 092991710125