11 de outubro de 2011

Minicontos - Realidade virtual -

- Saiu da festa com pressa. Precisava chegar em casa antes de meia-noite para conversar com o namorado pela  webcam.

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- Preferia os  amigos virtuais . Era mais fácil  se livrar deles. Já deletara uns quinhentos.

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- Depois que experimentou sexo virtual, não queria outra coisa. Nem se importou quando soube que a esposa arranjara um amante no trabalho.
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-  Adorava discutir nas salas de bate-papo virtual. Não o viam entortando o pescoço quando era contrariado.
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- Seu maior sonho era arranjar uma amante virtual. Assim não precisaria sair de casa e nem pagar as despesas do motel.

2 comentários:

Gi disse...

Celamar, como vai?

Quanto tempo não deixo um comentário por aqui, me desculpe, sempre entro rapidamente, leio e saio.

Hoje, com um pouquinho mais de tempo e com um assunto que tem tudo a ver comigo, eu não poderia sair sem me manifestar.

Sabe, me vi muitas vezes fazendo o que diz na primeira frase... nossa, quanto tempo desperdiçado!

Grande beijo,
Gi.

Mara Narciso disse...

Um amigo virtual disse que tem uma esposa e cinco amantes virtuais, todas casadas. Contou-me que está começando a não dar conta da escrita caseira. Assim, como quase tudo que é virtual, também o sexo por essa via vicia e desmonta muito relacionamento real. Tem a vantagem das múltiplas variações e ainda não pega doenças. Além disso uma ereção parcial não é nenhum vexame, por isso faz sucesso entre os maduros. Mas enquanto o sexo real é propalado aos quatro ventos, o virtual é tido como vício de quem não consegue uma relação real, e todos o escondem. Fez bem em tocar no tema.